Atendimento domiciliar garante documento a pessoas com dificuldade de locomoção; Estado projeta chegar a 1 milhão de CINs até o fim do ano
Comunicação PCi-MS
Mato Grosso do Sul registrou em maio o maior volume mensal de emissão de carteiras de identidade desde a criação do Estado, em 1979. Foram expedidas 38.501 CINs (Carteiras de Identidade Nacional), superando o recorde anterior, alcançado em janeiro deste ano.
Entre os atendimentos realizados está o de Osmar Ribeiro da Cruz, em Campo Grande. Com dificuldades de locomoção, ele recebeu o documento em casa por meio do serviço de atendimento domiciliar do Instituto de Identificação da Polícia Científica, destinado a pessoas acamadas, internadas ou com mobilidade reduzida.
Desde o início da implantação da CIN, em janeiro de 2024, já foram emitidos 796.881 documentos em Mato Grosso do Sul. A expectativa é atingir a marca de 1 milhão de emissões até o fim de 2026.
O atendimento domiciliar pode ser solicitado por familiares, responsáveis, cuidadores ou instituições diretamente no posto de identificação mais próximo. O serviço garante acesso à documentação para benefícios, perícias, tratamentos de saúde e outros serviços públicos.
Segundo o Instituto de Identificação, cerca de 30% das pessoas que agendam a emissão da identidade não comparecem ao atendimento. Por isso, a orientação é cancelar o horário em caso de desistência, liberando a vaga para outro cidadão.
A primeira via da CIN é gratuita, utiliza o CPF como número único de identificação e substitui gradualmente o antigo RG, que seguirá válido até 2032.











