
O caminho de Reinaldo Azambuja (PL) em busca da sonhada cadeira de senador da República está ficando repleto de obstáculos inesperados. O ex-governador até tentar demonstrar que está tudo bem, mas a coisa nos bastidores está pegando fogo, que parece só aumentar. E nada de apagar. Mesmo com alguns ´bombeiros´ agindo fortemente, o fogo não diminui. Os próximos dias serão decisivos e, a depender das movimentações, Azambuja saberá se agiu acertadamente quando resolveu ir em busca do apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Apoio
Dois anos atrás, Reinaldo Azambuja decidiu deixar o PSDB e se mudar para o PL, partido de Bolsonaro. Anunciou com levaria consigo centenas de companheiros fieis, incluindo na lista prefeitos, vereadores e deputados com mandato.
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Mais apoio
A ideia era fortalecer Eduardo Riedel na disputa do segundo mandato e ter uma dupla forte para concorrer às duas cadeiras de senador da República que serão votadas em outubro deste ano.
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Apoio, ainda
A chapa dos sonhos seria formada pelo próprio Azambuja e pelo senador Nelsinho Trad (PSD), que vai buscar a reeleição. A outra cadeira na disputa deste ano é ocupada pela senadora Soraya Thronicke (Podemos).
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Apoio, uma vaga
Tudo corria muito bem, todo mundo feliz da vida, e toda rodinha política com uma certeza: uma das vagas na disputa ao Senado pelo Mato Grosso do Sul estaria garantida para Reinaldo Azambuja, que deveria ter nas urnas eletrônicas expressiva votação.
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Sem apoio
Só que faltou acertar tudo isso com lideranças do partido de Bolsonaro em MS. Aos poucos, o descontentamento foi se tornando público e a rebelião começou a provocar a dor de cabeça agora enfrentada por Azambuja.
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Sem apoio, ainda
O deputado federal Marcos Pollon, o deputado estadual João Henrique Catan (que já se mudou para o Novo), o ex-candidato Contar são alguns dos líderes que se rebelaram contra as decisões de Bolsonaro em dar a presidência do PL em MS ao ex-governador. E, para piorar a situação, não querem apoiar Azambuja para o Senado.
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Escudeira
E até a fiel escudeira Gianni Nogueira (ainda no PL), que anunciou que disputaria o cargo de senadora com total apoio da família Bolsonaro assim que foi eleita vice-prefeita de Dourados, se rebelou. A moça anda batendo o pé e quer porque quer entrar em campanha ao Senado.
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Mais escudeira
Passarinho bem informado contou que a vice-prefeita foi conversar com Azambuja, dias atrás, sobre a situação. A ave ainda piou que sobraram lágrimas após a dura conversa, já que ela ouviu o que não queria. Vixi!!!
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Escudeira na AL
Gianni Nogueira, disse o mesmo pássaro, não quer nem ouvir falar em disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa. Também né, há quase um ano e meio que todo release espalhado pela assessoria da vice de Dourados vem dizendo que ela é pré-candidata ao Senado com apoio do ex-presidente.
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Mudanças
Só que os problemas de Reinaldo Azambuja não param por aí não. Tudo porque a velha e boa conversa política não está dando o resultado esperado. Assim, líderes do PL estão efetivamente mudando de partido político e anunciando concorrer ao Senado.
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Mudanças, ainda
Tal situação está atingindo também a disputa pelo governado de MS. O deputado estadual Catan, por exemplo, trocou o PL pelo Novo para disputar a sucessão de Eduardo Riedel (PP). E Pollon ainda não anunciou oficialmente o que pretende fazer de seu futuro. Nem o Contar.
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