Comunicação Fundect
Uma ideia criada ao longo da carreira de um pesquisador pode virar empresa, gerar empregos e soluções tecnológicas com apoio público. A Selkis Biotech, de Mato Grosso do Sul, é exemplo de como a pesquisa científica pode se transformar em negócio.
Selecionada pelo Programa Centelha 2 – MS, a empresa produz peptídeos sintéticos usados em pesquisas biomédicas, medicamentos e vacinas. Segundo o fundador, Ludovico Migliolo, a iniciativa surgiu do conhecimento acumulado em anos de pesquisa e da dificuldade de inserção de mestres e doutores no mercado.
Com apoio do programa, a empresa estruturou sua operação e passou a produzir no Estado. Hoje realiza todo o processo, da síntese à validação, com alto grau de pureza.
Para os sócios, o Centelha foi decisivo ao reduzir riscos e viabilizar a transição da pesquisa para o mercado.
Centelha 3
A terceira edição será lançada em 27 de março e vai apoiar ideias em fase inicial. O edital prevê até 47 projetos, com recursos de até R$ 89,6 mil, além de bolsas do CNPq. O investimento total é de R$ 6,3 milhões.
Podem participar pessoas físicas e empresas com até 12 meses. As inscrições vão de 27 de março a 11 de maio de 2026, pelo site da Fundect. Nas edições anteriores, 79 startups foram apoiadas, somando mais de R$ 5,9 milhões.
















