Mais tempo com a família, cuidar da casa e até viajar: esse é o desejo de quem enfrenta a escala 6×1. O tema ganha força neste 1º de Maio e já está no Congresso.
Rafael Cardoso e Luciano Nascimento – Agência Brasil
Mais tempo com a família, cuidar da casa e até viajar: esses são alguns desejos de trabalhadores que cumprem a escala 6×1 e defendem mais um dia de folga. O fim desse modelo é a principal pauta das manifestações de 1º de Maio e já está em debate no Congresso.
A balconista Darlen Silva, 38 anos, relata que sua única folga é tomada por tarefas domésticas, sem descanso. Ela apoia a mudança, mas teme jornadas diárias mais longas. Já o garçom Alisson dos Santos, 33, acredita que dois dias livres permitiriam organizar a rotina e até viajar.
Outros trabalhadores também defendem a medida por melhorar a convivência familiar, saúde e qualidade de vida. Mesmo quem não está na escala, como a professora Karine Fernandes, considera o debate importante.
No Congresso, propostas preveem reduzir a jornada semanal para até 36 ou 40 horas, com diferentes modelos de transição e distribuição dos dias de trabalho.
















