
Alfredo Barbara Neto
Instalada no imóvel localizado à rua Pedro Celestino, 1548, em Dourados, a edição deste ano da Unigran Decor adotou o tema `O Agora Criando Raízes´ e com uma meta intencional: proporcionar ao visitante, enquanto caminhar pelos 16 ambientes que formam a mostra, uma sensação menos de visita e mais de efetivamente estar em uma casa habitada por histórias de vida.
O tempo passou, os trabalhos foram finalizados e tudo ficou pronto para a abertura ao público. Na solenidade de abertura, a Mantenedora da Unigran, Cecília Zauith, falou: “Sintam-se em casa”.
E acrescentou, relembrando o que dizia aos parceiros durante a montagem: “Vamos fazer uma casa onde as pessoas sintam que estão dentro de uma casa mesmo. Não é uma mostra que você não pode chegar perto, não pode sentar. Parece uma casa mesmo onde você mora”.
Para mais este capítulo da história da Unigran Decor as atenções estavam voltadas também para as celebrações aos 50 anos de existência da Unigran. E Cecília Zauith dizia: “Nesta edição, que celebra os 50 anos da Unigran, o evento ganha um significado ainda mais especial, reafirmando nossa trajetória de inovação e compromisso com a formação de novos talentos”.
Agora, com a mostra aberta ao público (de quarta-feira a domingo, das 16h até 22 horas) quem visita a casa acaba vendo que as palavras de Cecília Zauith se tornaram realidade e a casa é mesmo habitável, com jeito de aconchego e bem familiar.
Tão familiar que um dos espaços, a varanda, foi totalmente montado com móveis que eram usados na casa da mãe de Cecília. Dona Nair Grinberg morava no interior de São Paulo e faleceu no dia 17 de março de 2025, em Dourados, onde foi sepultada.
E a varanda da Unigran Decor inspira família. Nos móveis aconchegantes e confortáveis, na beleza das peças de decoração, nos porta-retratos em que dona Nair aparece com netos e bisnetas ou abraçada à filha. Tudo ali remete à família, a um ambiente acolhedor.
Realmente, a Unigran Decor 2026 tem espaços inspiradores, vale a pena visitar e a entrada é de graça.
A cada passo, a cada porta ou parede, a cada peça decorativa, a cada quadro pendurado, a cada luminária, a cada poltrona que se passa (ou se vê) vai ficando uma vontade de permanecer ali, abraçadinho ou numa conversa gostosa com amigos, sentindo-se dentro de um verdadeiro lar.












