Comunicação do Governo de MS
A pesquisa agropecuária tem sido decisiva para o aumento da produtividade e da competitividade do agronegócio em Mato Grosso do Sul. Há quase 29 anos, a Fundação Chapadão desenvolve estudos voltados principalmente às culturas de soja, milho e algodão, atendendo municípios do norte e nordeste do Estado e expandindo sua atuação para novas regiões.
Com mais de 500 mil hectares acompanhados, a instituição realiza pesquisas sobre novas cultivares, manejo de pragas e doenças, fertilidade do solo, nutrição vegetal, sementes, nematoides e tecnologias para reduzir os impactos climáticos nas lavouras. A validação regional das variedades permite orientar os produtores sobre produtividade, adaptação ao clima e melhores práticas de manejo.
Segundo o presidente da Fundação, Ilton Henrichsen, soja e milho continuarão sendo o foco das pesquisas devido à forte consolidação dessas culturas na região. Ele destaca, porém, o crescimento da cana-de-açúcar e o potencial de outras cadeias produtivas, como os citros.
O diretor-executivo André Piesanti ressalta que os avanços da produtividade agrícola estão diretamente ligados aos investimentos em ciência e inovação. Atualmente, a Fundação conta com sete pesquisadores e laboratórios especializados que apoiam produtores e desenvolvem soluções para aumentar a eficiência e a sustentabilidade da produção.
A instituição também acompanha tendências como inteligência artificial, rastreabilidade e agricultura sustentável, além de buscar alternativas para reduzir a dependência de insumos importados. Para a safra 2026/2027, a previsão é de investimento de aproximadamente R$ 2,7 milhões em pesquisas, com apoio do Governo do Estado.
Pesquisadores destacam ainda o papel da genética, dos diagnósticos laboratoriais e das novas tecnologias para ampliar a produtividade, diversificar culturas e oferecer mais segurança na tomada de decisão dos produtores rurais.











